Faz três dias que cheguei e escolhi um ritmo lento, calmo. Por enquanto, só passeios mais leves. Aos poucos, vou entrando no ritmo da cidade.
Uma metrópole?
Não, Porto Alegre está em fase de crescimento, ainda com características provincianas, bairros que agora começam a ultrapassar seus limites. Se bem que a cidade já enfrenta problemas bem típicos de grandes cidades. O trânsito intenso com engarrafamento é o principal deles. A frota de veículos cresce 6,4% ao ano, hoje existem um veículo para cada duas pessoas, segundo um levantamento realizado no início do ano e publicado no jornal Zero Hora. Para metrópoles do sudeste isso não muito, mas por aqui, revela o crescimento da cidade a mudança dos hábitos de quem nela vive. Pelo pouco que já senti a cidade vive um momento de transição.
Os primeiros edifícios com mais de 30 apartamentos começam a surgir. Um exemplo é um edifício misto residencial/comercial, que além dessa novidade inaugura uma novo bairro. Ao mesmo tempo em que encontramos monumentais prédios revestidos de vidro, avistamos ainda nos bairros praças pequenas com brinquedos para crianças abertas ao público. Os bairros ainda muito arborizados, nos lembram cidades interioranas. As casas começaram a perder seu espaço há cerca de dez anos, segundo o que me contou minha tia, que vive aqui desde que criança. Pequenos condomínios ou grupos casas de arquitetura muito semelhante resistem com todo o charme da descendência alemã, italiana, portuguesa... Essa mistura de nacionalidades é bem maior e mais conflituosa do que se imagina do resto do Brasil. Pretendo pesquisar mais e logo escrever a respeito.
1 comentários:
Perfeito o título desse post... hehehehe
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