quarta-feira, 4 de maio de 2011

Domingo é dia de parque

Estive repensando as postagens diárias sobre a semana que fiquei em Buenos Aires. Afinal, elas chegam com atraso. Quase um mês que eu voltei de lá e não consegui me organizar o suficiente para completar os posts. Mas, quase todo que minimamente lê o meu blog sabe que tenho graves problemas de freqüência. Desculpas dadas, sigo em frente com os registros da viagem.
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Domingo é dia de parque! Ou de praça e jardins. O domingo que passei na capital Argentina foi repleto de flores e ar livre. Exceção feita ao primeiro dos passeio: um museu, só para manter o tour cultural.
No sábado, estava muito próxima do MALBA – Museu de arte Latino Americana , só que a caminhada até a Recoleta me cansou de tal maneira, que tive que adiar o passeio. Pois bem, domingo o Malba abria meio dia. Fui de ônibus até a Plaza Francia e de lá segui pela Av. Figueiroa Alcorta até o MALBA. Na Avenida, belas casas abrigam as embaixadas de países como a Coréia, o Peru, a Líbia, a Irlanda, a Albânia, entre outros. As casas são quase sempre edificações admiráveis.
A visita no museu não é muito extensa. Há um acervo permanente com predominância de artistas latino-americanos modernistas e pós-modernistas. Grandes nomes como Diego Riviera, Cândido Portinari, Tarsila do Amaral, entre outros. São obras verdadeiramente belas e de muitas cores e formas variadas incluindo desde pinturas a esculturas e “arte interativa”. O grande desapontamento dos turistas, durante os meses de abril e maio, é descobrir que o famoso Abapuru não estará disponível nesse período. O quadro encontra-se no Brasil, mais especificamente no Itamaraty a pedido da presidente Dilma Roussef, conforme informa um cartaz na entrada. Mesmo sem a obra máxima de Tarsila o museu merece a visita.  Além do acervo permanente mais duas salas amplas abrigam exposições temporárias e toda a galeria do MALBA é composto por obras de artistas argentinos contemporâneos.
Saindo do MALBA e com muita fome, resolvi atravessar a praça Peru e ir conhecer o Paseo Alcorta Shopping. Em comparação com o Patio Bullrich esse é bem menos luxuoso, mas ainda assim é um ambiente mais sofisticado do que a maioria dos shoppings do Brasil. Almocei por lá e, tão logo  terminei,  segui adiante até o Jardim Japonês.









O jardim é maravilhoso. Além de bem cuidado, transmite uma paz e uma sensação de bem estar incríveis. Um pedacinho de cultura japonesa na Argentina.  De lá segui pela Av. del Libertador e passeei pelo parque 3 de febrero, além das plazas Alemania, Instituto Seeber e Italia. Os argentinos são freqüentadores assíduos desses ambientes a céu aberto. Famílias inteiras tomavam banhos de sol em cadeiras de praia, em outro espaço muitos jovens praticavam esportes, em outra área, música e malabarismos. O importante é ter uma tribo e aproveitar o domingo de sol. Depois de uma breve caminhada, cheguei ao Jardim botânico.
Assim como o jardim japonês é um lugar muito bonito e cheio de paz. No entanto, é preciso gostar verdadeiramente de natureza para visitar o lugar. Há muita umidade, gatos e uma extensa flora. Em harmonia com as belezas naturais, esculturas clássicas são encontradas por toda a extensão do jardim. Tive a sensação de ser parte do elenco do filme “O Jardim Secreto’’.  



Saindo do jardim segui pela Avenida Santa Fé até o Alto Palermo Shopping. No caminho encontrei uma deliciosa confeitaria e me deliciei com os alfajores de maicena (maisena) que, sem sombra de dúvida, são os melhores do mundo!
Sobre o shopping não há nada a acrescentar, mas, infelizmente descobri uma loja em liquidação.  Enfim, melhor deixar para lá!

2 comentários:

Ucha disse...

Bonitinha, lembra que estive lá há um ano e trouxe aquele ímã de melhor cozinheira pra ti? Foi no Mercado de San Telmo, bairro que eu amei de paixão. Lá é delicioso, quero voltar! Beijo carinhoso e com saudade, Ucha

Ju Afonso disse...

Eu adorei esse jardim japonês! Acho ele uma graça! Até coloquei uma fitinha na entrada!! =]

Lindas fotos!!
Beijos